IPRC


Valores fundamentais

Valores gerais

  1. O Evangelho

Desejamos ver vidas mudadas pelo Evangelho. Tudo o que fazemos é moldado pelo Evangelho, que são as boas novas do que Deus realizou na pessoa de seu Filho – em Sua vida perfeita, morte sacrificial e ressurreição vitoriosa – para assegurar o perdão dos pecados e a plenitude de vida para todos dos que se arrependem de seus pecados e creem em Jesus como Senhor e Salvador.

  1. COMUNIDADE

O Evangelho cria uma comunidade redimida e transformada. A Igreja Presbiteriana Renovada Central de Cuiabá está comprometida em viver a vida em comunidade, desafiando uns aos outros a crescer como discípulos de Cristo na casa de Deus.

  1. MISSÃO

Nós fomos resgatados e redimidos por um Deus amoroso e missionário. Portanto, procuramos nos unir à sua missão fazendo discípulos entre todas as nações e amando o nosso próximo com o amor de Cristo.

Valores Específicos

  1. Amor a Deus

O maior dos mandamentos. Deste depende o cumprimento de todos os outros mandamentos. Quem ama é filho de Deus (Mc 12. 28-34)

  1. Espiritualidade centrada em Cristo.

É desenvolver um relacionamento com Deus intermediado e modelado unicamente por Jesus, livre de legalismos, misticismos e liberalismos éticos e teológicos. Jesus é a expressão exata da imagem de Deus (Jo 14.9; Hb 1.1-3).

  1. Relacionamentos saudáveis.

Uma das maiores necessidades dos seres humanos atualmente é construir relacionamentos saudáveis. Pessoas precisam de Deus, pessoas precisam de pessoas. A tensão causada pelas necessidades de afirmação, sucesso e melhores condições de vida tem produzido um ser que não é verdadeiro no ambiente de trabalho, no recôndito do lar, na igreja e em qualquer grupo que frequentar. Relacionamentos saudáveis são pautados no amor cristão, na valorização e no respeito ao outro, e no perdão (Rm 12.10-21).

  1. Família centrada no evangelho.

O Evangelho é a boa notícia de que Jesus, por meio de sua paixão, morte e ressurreição, nos reconectou graciosamente ao Deus Trino do qual nos divorciamos em nossa rebeldia e ao qual somos religados por meio do arrependimento e da fé.

No entanto, o Evangelho não muda apenas o curso de nosso relacionamento com Deus. A Mensagem deve necessariamente transformar os nossos relacionamentos com as pessoas a nossa volta, pois se Jesus não morreu apenas para nos reconectar ao Pai mas também para nos reconciliar com o nosso próximo.

Portanto, o Evangelho deve influenciar os nossos relacionamentos no trabalho, na escola, e, especialmente, na família, tendo como base o que está escrito em Efésios 5.22-33 e Colossenses 3.18-21. 

  1. Evangelização apaixonada.

A igreja é fruto do amor sacrifical de Deus por nós. Devemos ser apaixonados por aquilo que pulsa o coração de Deus: homens e mulheres reconciliados com Deus por meio de Jesus Cristo.

Assim, compartilhar o evangelho da salvação, mais do que um dever, precisa ser uma paixão. Amor a Deus, o amor ao próximo, e a nossa obediência ao Evangelho devem ser o motivo de nossa evangelização (Jo 3.16, Mc 16.15; At 1.8; 20.24).

  1. Discipulado missional.

As Escrituras não deixam dúvidas de que a obra principal de Deus na vida de seus filhos é conformá-los à imagem de Jesus e que a missão da igreja é contribuir para que isso aconteça através do discipulado: Fazendo discípulos, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santos, e ensinando-os a guarda tudo o que Jesus nos ensinou (Mt 28.19-20).

            Ser missional significa que, mais do que levar as pessoas à igreja para ouvirem de Cristo, Cristo é levado até as pessoas por meio da presença da igreja no mundo e na vida em sociedade.  O principal lugar em que o evangelho é comunicado aos não-cristãos não é no culto público – o que eventualmente pode acontecer quando se considera que o púlpito evangélico é cristocêntrico e centrado no Evangelho – igrejas missionais enviam, preparam e inspiram cristãos a serem autênticos e plenamente cristãos em suas vidas comuns.  A partir disso, pessoas não-cristãs terão contato com a realidade de Cristo na medida que cristãos se relacionam e lhes comunicam o Evangelho.

            Cristãos missionais se tornam pessoas altamente interessadas em pessoas. Eles oportunizam encontros, relacionamentos, convidam pessoas para suas casas, se relacionam com o barbeiro, o tatuador, a manicure, o taxista, a professora, a médica, o açougueiro, o caixa do banco ou supermercado e colegas de trabalho.  Desta forma, a evangelização acontece de maneira orgânica e intencional. Orgânica pois são cristãos tão afetados pelo evangelho que pregá-lo lhes é natural, e é parte de quem elas são. Como suas vidas transbordam de Cristo, inevitavelmente seu estilo de vida refletirá esta realidade. Com a dose certa de ensino e discipulado, esses cristãos comunicarão o evangelho de maneira inteligente, pessoal, contextualizada e sábia aos que estão a seu redor.

            Ser uma igreja missional implica em interesse por gente, evitando-se o isolamento cultural e social. Exige um “ser igual” e ao mesmo tempo “diferente”.  Cristãos não podem ser estranhos para além da estranheza e do escândalo do evangelho. Mas, também não podem ser iguais ao ponto em que as pessoas não percebam a singularidade de uma vida afetada por Cristo. Esta é a linha tênue entre o isolamento e o mundanismo. Por estarem centrado em Cristo e no seu Evangelho, são desafiados a se manterem longe desses extremos. Por fim, ser missional é redescobrir a igreja local como uma importante enviadora de missionários ordinários, cristãos comuns, mas que são cheios do Espírito Santo, educados e discipulados, para fazerem menção de Cristo, justamente porque estão saturados dele.

  1. Liderança servidora.

Jesus exerceu sua liderança como um mordomo. Um mordomo é um escravo que é total e incondicionalmente responsável perante o seu senhor. Nenhuma de suas decisões é para seu próprio benefício. São apenas para o benefício de seu senhor, e é por isso que ele pode representar seu senhor e ficar em seu lugar.

Assim, um líder servidor: (1) buscar a glória do seu mestre; (2) busca de maneira sacrificial a alegria daqueles a quem serve; (3) renunciar os direitos em vez de ofuscar o evangelho; (4) não se preocupa com visibilidade e reconhecimento pessoal; e, (5) concentra-se em formar novos líderes para cooperarem com o crescimento do evangelho.

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